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domingo, 27 de março de 2011
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E-mail: riograndinaa@gmail.com
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sexta-feira, 25 de março de 2011
Ponte de ferro
Década de 30 do século XX. A ponte ferroviária sobre o rio Grande, de estrutura treliçada de aço contraventada por três arcos.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Linha do Cantagalo - km 164,028 (1960) RJ-1897
Inauguração: 01.05.1876
Uso atual: moradia sem trilhos
Data de construção do prédio atual: 1876
HISTORICO DA LINHA: O que se convencionou chamar de Linha do Cantagalo pela E. F. Leopoldina correspondia a apenas parte da E. F. Cantagalo, ferrovia original da região. Entre 1860 e 1873, a linha foi construída e aberta entre Porto das Caixas e Macuco, além da cidade de Friburgo. Essa linha originalmente tinha a bitola de 1,676m, depois reduzida para 1,109m e finalmente para métrica. O prolongamento desde a estação de Cordeiro, nesse trecho, até Portela, Às margens do rio Paraíba do Sul, somente foi aberto por pequenos trechos, entre 1876 e 1890, e esse trecho no início era chamado de Ramal Férreo do Cantagalo. Em 1890 a Leopoldina já era dona de todo o trecho, e passou a utilizar o termo Linha do Cantagalo. Esta linha foi fechada por partes: entre Cachoeira de Macacu e Portela a supressão ocorreu em 1967, enquanto que o trecho inicial foi suprimido em 1973. Os trens de passageiros acabaram antes: entre 1962 e 1963 no trecho Cantagalo-Portela e em 15 de julho de 1964 no trecho Cachoeira de Macacu-Cantagalo. Em 1969, o trecho inicial do ramal também teve os trens cancelados.
A ESTAÇÃO: A estação foi aberta com o nome de Rio Grande, em 1876. O prédio atual é o original, terminado três meses antes da inauguração da estação. A vila de Riograndina, atualmente, é um distrito de Nova Friburgo, praticamente ligado ao núcleo urbano da cidade. Na época do trem, até meados dos anos 60, Riograndina apesar de já ser distrito, era considerada zona rural. Os trens de passageiros nesse trecho foram desativados em 15/7/1964. Nos anos 1980 cogitou-se de criar ali um "museu do trem" mas a idéia não seguiu adiante. A estação, o casarão, a ponte e o depósito foram tombados provisoriamente em 7 de janeiro de 1988 pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac): "São quatro imóveis do século XIX – a ponte ferroviária sobre o rio Grande, de estrutura treliçada de aço contraventada por três arcos (atualmente adaptada para uso rodoviário); a residência do administrador da antiga estação à margem da linha do trem e conectada à plataforma por uma varanda com balaustrada de madeira; a estação ferroviária com salão, bilheteria, dependências administrativas e a plataforma de embarque; e o depósito ferroviário, com porão semi-aberto, sustentado por poderosos pilares de pedra. O depósito está um tanto afastado da estação, dando de frente para a praça da igreja. O conjunto preservado representa magnificamente, em sua integridade visual, a origem ferroviária de muitas localidades do interior fluminense". A estação de Riograndina, bem como o casarão ao seu lado e o depósito, foram entregues restaurados em março do ano passado. A estação (em 2009) continua servindo como moradia, o velho casarão tornou-se um centro de cultura e artesanato da localidade e quanto ao depósito, desconheço o seu uso, mas ao que parece estava fechado em outubro do ano passado (2008). Mesmo com o progressivo crescimento urbano, o local continua tranquilo como sempre foi do mesmo jeito como muitos outros lugarejos por onde a ferrovia cortava. Durante a tragédia de janeiro de 2011 em Friburgo, essa estação foi invadida com um metro de lama, mas sobreviveu.
(Fontes: Cleiton Pieruccini, 2009; Ronnie Peterson Silva de Andrade, 4/2010; Yvan Peixoto Jr., 2002; Newton Carneiro, 2003; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; INEPAC-Instituto Estadual do Patrimônio Cultural; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht)
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