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By Ferramentas Blog

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Verdades sobre torre de celular!!

LONDRES - Crianças que moram pertos de torres de telefonias celulares não correm um risco maior de desenvolver câncer, mostra um novo estudo divulgado nesta terça-feira na Inglaterra. A equipe de cientistas britânicos avaliou 1.397 casos de câncer infantil em crianças de até 4 anos entre 1999 e 2001.
O histórico médico destas crianças foi comparado aos de 5.588 com um histórico de vida similar, mas que não tinham a doença. Os médicos também avaliaram se estas crianças moravam perto de uma torre de celular quando nasceram, assim como a energia emitida pelas torres mais próximas à sua moradia.
As crianças que desenvolveram câncer viviam a cerca de 1107 metros de uma torre de celular, enquanto as crianças que não tinham a doença viviam a 1.073 metros de distância, em média. As torres perto das crianças com tumores emitiam 1.89 kilowatts de potência, versus cerca de 3 kilowatts dos que não estavam doentes.
O estudo foi financiado por um grupo independente que estuda os efeitos dos celulares na saúde, e financiado pelo departamento de saúde e indústria da telecomunicação móvel da Inglaterra. O pesquisador Paul Elliot, coordenador do estudo, afirmou que o resultado é reconfortante.
- Com base nos resultados, podemos dizer que pessoas que vivem perto de torres de celular não precisam se mudar por motivos de saúde - disse ele, que é professor de epidemiologia na escola pública de saúde da Imperial College em Londres.
A exposição à radiofrequência emitida pelas torres é muito menor do que a que recebemos diariamente dos próprios celulares. Um dia inteiro de exposição às torres seria o equivalente a apenas 30 minutos de conversa no aparelho. Mesmo sendo baixo, o efeito da energia emitido pelas torres e pelos aparelhos nas crianças preocupa alguns médicos por elas serem pequenas e estarem mais sujeitas a doenças. No mês passado, um grande estudo não conseguiu comprovar se os celulares aumentam o risco de câncer em adultos.
- Muitas pessoas não gostam de ver as torres perto de suas casas e automaticamente associam qualquer mal-estar, como uma dor de cabeça, à sua proximidade. Mas não há evidência científica, nem mesmo com animais, comprovando esta teoria - afirma John Bithell, pesquisador honorário do Childhood Cancer Research Group e da Universidade de Oxford. Ele acredita que os estudos precisam ser feitos em adultos, já que um câncer causado por radiofrequência pode demorar anos para se manifestar.
E acrecentou que não falar no celular dirigindo deveria ser uma preocupação muito maior do que ficar com medo de que o aparelho possa causar câncer.
- Falar no celular e dirigir é muito mais perigoso.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Um resgate histórico e cultural de Riograndina

Publicado em 08/08/2011  - Jornal a voz da serra

Henrique Amorim

Em breve os 247 alunos matriculados nos diversos cursos gratuitos de artes e inclusão social do Ponto de Cultura do distrito de Riograndina, como teatro, dança contemporânea, balé, violão, cavaquinho, cerâmica, artesanato, percussão e pintura, além da padaria e confeitaria-escola — que beneficiam também os pais dos alunos — vão poder retomar às aulas interrompidas desde a tragédia de janeiro. Com o transbordamento do Rio Grande todos os materiais e equipamentos da escola de artes vinculada à Secretaria Municipal de Cultura e que funcionava no casarão da antiga estação ferroviária do distrito foram totalmente destruídos. O nível da água chegou a quatro metros de altura engolindo todo o porão e chegou a um metro de altura acima do piso de madeira do casarão, erguido na metade do século XIX e que funcionou como estação ferroviária até 1963.
A retomada das atividades do Ponto de Cultura só será possível graças à liberação de R$ 97,3 mil do Projeto Voluntários BB, da Fundação Banco do Brasil, que vai viabilizar ainda toda a revitalização do telhado do casarão histórico — uma manifestação arquitetônica romântica em estilo chalé e tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Inepac), assim como também o imóvel anexo (o antigo depósito da estação ferroviária) e a ponte de ferro da extinta linha férrea. As obras de restauração do telhado do imóvel, inclusive, já começaram. Os recursos garantirão a compra de todo o material necessário para as aulas, como instrumentos musicais, materiais para pintura e desenho e equipamentos para a retomada dos cursos de padaria e confeitaria, muitos procurados pela comunidade agrícola da região.
“Será a grande oportunidade de voltarmos a ocupar o tempo ocioso de crianças e jovens com arte e cultura voltando a movimentar Riograndina novamente”, prevê a diretora do Ponto de Cultura, Maria Carolina Henriques. Com os recursos oriundos da Fundação BB liberados a partir de convênio com a Associação de Moradores de Riograndina será restaurado todo o telhado do casarão de aproximadamente 400 metros quadrados. A empresa especializada escolhida após seleção da Fundação BB para a obra foi a carioca Santa Terezinha Arte Sacra Restaurações que revitalizou o Museu da República, na capital.
O restaurador responsável pela empreitada em Riograndina, George Sliachtics, acompanha pessoalmente os trabalhos e assusta-se com a remoção de grande quantidade de excrementos e pombos mortos do telhado de madeira de lei, cuja maioria dos caibros e ripas não precisará de substituição. Só em dois dias foram retirados pelo menos seis sacos inteiros de lixo produzido pelos pombos, sem contar a infestação de piolhos no telhado. “Para acabar de vez com esse incômodo, será colocada uma tela de nylon para vedação do telhado impedindo o acesso dos pombos”, disse George, que dará um trato especial também às telhas, que passarão a ter uma nova amarração impedindo a profusão de goteiras.
“Há cinco anos o projeto Monumenta Rio fez intervenções no telhado da antiga estação, mas a amarração das telhas ficou a desejar. Muitas delas foram presas com massa de cimento e no dia da inauguração do Ponto de Cultura, havia inúmeras goteiras”, lembrou a coordenadora do Departamento de Patrimônio Artístico e Cultural da Secretaria de Cultura de Nova Friburgo — órgão que faz o acompanhamento da obra atual — Lílian Barretto. Além da recuperação do telhado que deve durar mais dois meses, a empresa Santa Terezinha ainda promoverá melhorias estruturais no casarão, como pintura das paredes e consertos do piso. O presidente da associação de moradores do distrito, Ronaldo Pinto Henriques, até já saiu a campo para conseguir telhas antigas em demolições para compor o novo telhado.


Programa Voluntários BB presta ajuda a outras quatro entidades assistenciais friburguenses

Além da restauração do telhado do casarão do Ponto de Cultura de Riograndina, a Fundação Banco do Brasil já liberou recursos também para a recuperação de instituições atingidas pela tragédia de janeiro como a Casa Madre Roselli (cerca de R$ 61 mil), a Associação Friburguense de Pais e Amigos do Educando (Afape) (quase R$ 98 mil) e a Associação Crianças do Vale de Luz (aproximadamente R$ 86 mil), além da banda Euterpe Friburguense, que vai poder adquirir novos instrumentos até cerca de R$ 97 mil. “Um grande diferencial é que neste programa ninguém tem contato com o dinheiro. As entidades contempladas adquirem o que precisam, enviam as notas fiscais para a Fundação BB que, então, paga diretamente aos fornecedores”, destaca o gerente geral da agência Centro do banco, Flávio Antônio Caram.
A também gerente do banco, Ana Maria Concy, argumenta que a Fundação BB já liberou nos últimos sete anos mais de R$ 13 milhões para a execução de mais de 200 projetos de cunho social que geram trabalho, renda, qualificação profissional e adaptação das comunidades a eventos climáticos. “Com a tragédia de janeiro, a Fundação BB destinou parte dos recursos previstos para as ações deste ano aos municípios atingidos, como Nova Friburgo. É muito bom podermos ajudar a instituições que fazem trabalhos sociais de relevância. Todos nós nos sentimos muito bem com isso”, sustenta Ana Maria, com aval de Flávio Caram.
“Esse convênio do BB com a Associação de Moradores de Riograndina veio em ótima hora. Se não fosse essa parceria, dificilmente o Ponto de Cultura seria revitalizado e suas atividades retomadas. Tomara que mais iniciativas como essa aconteçam”, torce Sidney Mathias, coordenador de apoio administrativo da Secretaria de Cultura, que tem como titular Roosevelt Concy e como subsecretária Merilandy Schitino, ambos entusiastas da restauração da antiga estação ferroviária.







George, responsável pela restauração: empresa fará ainda  outras melhorias no casarão



A enchente do Rio Grande engoliu o porão da estação ferroviária, com 2,5 metros de altura, e atingiu ainda um metro de altura no casarão onde funcionava o Ponto de Cultura

domingo, 27 de março de 2011


ImageChef.com Poetry Blender

Fotos de populares

Caso tenha fotos de nosso tão amado distrito,envia-nos!
Mande-nos com teu nome e publicaremos a tua foto com teu nome no rodapé.
E-mail: riograndinaa@gmail.com

sexta-feira, 25 de março de 2011

Ponte de ferro

Década de 30 do século XX.  A  ponte ferroviária sobre o rio Grande, de estrutura treliçada de aço contraventada por três arcos. 

quinta-feira, 24 de março de 2011


Linha do Cantagalo - km 164,028 (1960) RJ-1897
Inauguração: 01.05.1876
Uso atual: moradia sem trilhos
Data de construção do prédio atual: 1876



HISTORICO DA LINHA: O que se convencionou chamar de Linha do Cantagalo pela E. F. Leopoldina correspondia a apenas parte da E. F. Cantagalo, ferrovia original da região. Entre 1860 e 1873, a linha foi construída e aberta entre Porto das Caixas e Macuco, além da cidade de Friburgo. Essa linha originalmente tinha a bitola de 1,676m, depois reduzida para 1,109m e finalmente para métrica. O prolongamento desde a estação de Cordeiro, nesse trecho, até Portela, Às margens do rio Paraíba do Sul, somente foi aberto por pequenos trechos, entre 1876 e 1890, e esse trecho no início era chamado de Ramal Férreo do Cantagalo. Em 1890 a Leopoldina já era dona de todo o trecho, e passou a utilizar o termo Linha do Cantagalo. Esta linha foi fechada por partes: entre Cachoeira de Macacu e Portela a supressão ocorreu em 1967, enquanto que o trecho inicial foi suprimido em 1973. Os trens de passageiros acabaram antes: entre 1962 e 1963 no trecho Cantagalo-Portela e em 15 de julho de 1964 no trecho Cachoeira de Macacu-Cantagalo. Em 1969, o trecho inicial do ramal também teve os trens cancelados.

A ESTAÇÃO: A estação foi aberta com o nome de Rio Grande, em 1876. O prédio atual é o original, terminado três meses antes da inauguração da estação. A vila de Riograndina, atualmente, é um distrito de Nova Friburgo, praticamente ligado ao núcleo urbano da cidade. Na época do trem, até meados dos anos 60, Riograndina apesar de já ser distrito, era considerada zona rural. Os trens de passageiros nesse trecho foram desativados em 15/7/1964. Nos anos 1980 cogitou-se de criar ali um "museu do trem" mas a idéia não seguiu adiante. A estação, o casarão, a ponte e o depósito foram tombados provisoriamente em 7 de janeiro de 1988 pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac): "São quatro imóveis do século XIX – a ponte ferroviária sobre o rio Grande, de estrutura treliçada de aço contraventada por três arcos (atualmente adaptada para uso rodoviário); a residência do administrador da antiga estação à margem da linha do trem e conectada à plataforma por uma varanda com balaustrada de madeira; a estação ferroviária com salão, bilheteria, dependências administrativas e a plataforma de embarque; e o depósito ferroviário, com porão semi-aberto, sustentado por poderosos pilares de pedra. O depósito está um tanto afastado da estação, dando de frente para a praça da igreja. O conjunto preservado representa magnificamente, em sua integridade visual, a origem ferroviária de muitas localidades do interior fluminense". A estação de Riograndina, bem como o casarão ao seu lado e o depósito, foram entregues restaurados em março do ano passado. A estação (em 2009) continua servindo como moradia, o velho casarão tornou-se um centro de cultura e artesanato da localidade e quanto ao depósito, desconheço o seu uso, mas ao que parece estava fechado em outubro do ano passado (2008). Mesmo com o progressivo crescimento urbano, o local continua tranquilo como sempre foi do mesmo jeito como muitos outros lugarejos por onde a ferrovia cortava. Durante a tragédia de janeiro de 2011 em Friburgo, essa estação foi invadida com um metro de lama, mas sobreviveu.


(Fontes: Cleiton Pieruccini, 2009; Ronnie Peterson Silva de Andrade, 4/2010; Yvan Peixoto Jr., 2002; Newton Carneiro, 2003; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; INEPAC-Instituto Estadual do Patrimônio Cultural; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Quer conhecer?comece por aqui!!

Quem quer conhecer Nova Friburgo a fundo,não pode deixar de passar por aqui.Riograndina é um lugar com história entrelaçada as origens de Nova Friburgo,simplesmente um lugar fascinante,com riquezas naturais e arquitetônicas.Incrível!!

sábado, 1 de janeiro de 2011

Uma dica do blog!!!


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